13 de dezembro de 2009

perfume.

Que saudade sem fim essa q esfola meu peito, procuro e não acho uma forma de dar fim a esse sentimento nostálgico que tanto me aniquila por dentro. Tento encontrar forças pra por um ponto final, pra virar a pagina, pra começar um novo parágrafo, mas a única coisa que eu consigo é prolongar o texto. Mais de mês que não fito teus olhos, mais de dias que não sinto a tua presença, que não sinto teu toque, teu calor, tuas ânsias, mais de dias que não és a minha paz, é como se tudo tivesse numa pausa eterna, e o play parou de funcionar, é como se eu quisesse uns acréscimos no segundo tempo e a única coisa disponível é um replay do primeiro. Pareces eterno dentro de mim. O amor como todas as outras coisas, com o tempo se transforma, mas me parece que para essa regra o meu amor por ti é uma exceção. Uns dizem que se transformou sim, que agora é vicio, sentimento recalcado, mas duvido muito, me conheço bem demais para duvidar de meu próprios sentimentos. Sei que sabes que o teu perfume me fazia bem as 9h da manhã, então peço encarecidamente que me informes assim que possível a nomenclatura do dito cujo para que eu possa estar efetuando a compra do mesmo, e assim sendo, talvez eu consiga saciar essa vontade de ti, esse desejo perturbador e irremediável da tua presença. Aguardo ansiosamente o dia em que vais me parecer um estranho qualquer, e vou me perguntar onde se escondeu todo aquele sentimento que aflorava diariamente dentro de mim. Espero que fiques alerta para qualquer noticia deste acontecido.

2 comentários:

Myrella Vasconcelos disse...

dizer q tu escreve muito, nao vale..
pq tu ja sabe disso --'

kk, puts te adimiro visse!!
lindo lindo, tudo isso :*

Nine disse...

Uhhhh!!!

bem bonito, embora seja tão triste!

a morte de um sentimento é algo desconfortável. Outro dia publiquei sobre isso no meu blog...

beijoO