23 de outubro de 2009
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19 de outubro de 2009
Agora.
11 de outubro de 2009
ah...
Ah, então é isso que é o amor.
Esse vazio momentâneo que dá na sua ausência,
Essa agonia que vem com a brisa.
Esse desespero inútil que nunca passa.
A boca seca e os olhos úmidos.
Ávidos delírios.
Volúpia pueril.
Madrugadas adentram e eu dentro, fora de mim.
Comigo o RG, careço de lembrar quem sou, sem ti esqueço [constantemente.
E isso é o amor então, ah.
Adormece com tua presença minhas angustias.
O seu caminho é o meu, sem você não me acho.
Depressa, serenamente no meu ouvido diz : ah, é isso sim.
9 de outubro de 2009
tu.
Contigo tudo é luz, tudo é ventania.
Sem ti sou vazio, sou falta de mim.
Imã és. Imã que arrasta tudo que sou.
E somente sou se és, e estais.
6 de outubro de 2009
vai sim, vai ser sempre assim.
Me devorando bem devagar.
Vem, que eu ainda quero, vem.
Quando menos espero a saudade vem
E me dá essa vontade, vem
Que eu ainda sinto frio
Sem você é tudo tão vazio
Vem me dar essa vontade,
Vem que esse amor ainda é meu.
Troco todos os meus planos por um beijo seu
E essa noite pode terminar bem.
3 de outubro de 2009
Ele.
Rapidamente dominou meus sentidos modificou meus princípios e relevou-me mortal.
Calou-me com um grito mudo, e me cegou com todas as suas cores.
Fingi ser inapta para tal sentimento, desmascarada em praça pública fui.
Lágrimas abrolham porque o inexplicável vem à tona.
Estado de perplexidade passa a ser constante. Inconstantes são.
Supressão de vontades voluntárias, peito comprimido imutavelmente.
Fincou raízes nas terras inférteis da minha alma.
O amor.
1 de outubro de 2009
você.
Como uma febre passageira, você chega fazendo alarde.
Gritante no seu silencio você me conquista com 2 olhares.
Suas peculiaridades em outras pessoas seriam classificadas de defeito.
És se não o mais completo dos mortais, perfeito.
Vem pra mim, vem agora, já esta escurecendo,
Não quero passar mais uma noite padecendo.
Sem mais, vem ao meu encontro, de braços abertos te espero
E no fundo dos meus olhos mora os teus.